Infinitamente

As idéias, as dúvidas, as certezas,as circunstâncias, a vida enfim...

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Como eu quiser


"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante... eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes"

Cátia Rangel

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

GRAMATICALMENTE INCORRETOS







É isso que nós somos, um texto, e como tal, deixamos à mercê de cada leitor interpretar como melhor lhe aprouver. Para nós, porém, a interpretação é muito simples: gramaticalmente incorretos, por isso tão perfeitos! (irônico?)

Ele - nosso ponto final. Diz tudo sem dizer quase nada. É a Semiótica visual, a imagem que fala. Sujeito elíptico, existente porém. [Martins]

Esta - o ponto de continuação, aquele que não vê parada nunca, quer sempre ir adiante, mesmo quando não há mais para onde ir. Aquela que por vezes transforma-se em virgulas, querendo dar continuidade e explicações a coisas já muito esclarecidas, ou sem explicação. O excesso, o exagero, a Hipérbole. Muita fala, muita escrita, muitas linhas, páginas demais... [Eu]

Ele - ah este é o nosso ponto de interrogação, a voz das perguntas certas que até dispensam respostas e que direcionam feito bússola apontando para o norte. É a maturidade e a experiência; a calmaria das reflexões; as reticências... deixa implícita a resposta Socrática, mas obriga o espectador a processá-la interiormente. [Paulo]

Ela - hum, ela é a nossa exclamação, a voz do grito de expressividade. Inquieta, porém madura e justa ao extremo. Diz o que pensa como criança faz, não leva pra casa. Faz cara feia se não gosta, fala na cara, discute... linda! É a inteligência Parnasiana dos detalhes das coisas. [Daiane]

Como compor um bom texto assim, com elementos tão desformes? A linguística ou a Semiótica explicam tal coisa? Sim, claro!

Quando os elementos vão conversando entre si, começam fazer todo sentido juntos, mesmo que não pareçam ter uma conexão direta, mesmo que a Semântica não consiga explicar tal ligação. Até aquele ponto fnal ao lado do ponto de continuação parece valer uma sentença inteira e não apenas dois pontinhos juntos, ao lado. E é desta maneira que nós nos completamos, formamos uma grande imagem/texto desforme,  pois definitivamente não somos iguais, nem parecidos, chegamos a ser opostos muitas vezes, mas nos completamos como num quebra-cabeça. Cada pecinha diferente forma uma linda obra de arte ao final.

Melhor do que sermos iguais, é sermos "semelhantes". É desfrutar das diferenças uns dos outros,  e "apesar de", continuarmos nos respeitando e desejando o alvorecer de um novo encontro, de um sorriso de satisfação apenas por ve-los novamente.

Amo vocês meus amigos, vocês foram a melhor coisa que ganhei na Faculdade! É claro que ganhei muitas coisas, muitas amizades, mas vocês, sem dúvida foram meu maior presente.

Obrigada, muito obrigada!

Com saudade e lágrimas,


Cátia Rangel 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

SER MAU É BOM?




Satisfação a qualquer custo? Acho que não... Algumas pessoas deveriam sempre pensar no mal que fazem e entender que na vida tudo tem preço/custo. Vejo alguns sorrisos diante de mim e me pergunto: há sono tranquilo naquela hora em que você se encontra consigo apenas, e as verdades latejam mostrando um raio X interior de quem você é? Aquele momento no leito em que já não há necessidade de representações? duvido!

Ser mau na prática pode até ser invisível, mas os efeitos colaterais são letais. Seguem alguns dos principais sintomas:

Vida infrutífera
Depressão constante
Insatisfação pessoal
Medo do espelho
Necessidade de exposição
Incompetência na área profissional
Amizades condicionais 
Pânico
Hipocondria
Complexos de inferioridade
Insonia
Pesadelos
Dissabor
Pesar
Remorso
Infelicidade

Vale refletir:

"Con la bondad no conquistas el mundo,  -  Com a bondade

 não se conquista o mundo,  

Pero sí con tus sueños".  -  Mas sim teus sonhos"



Cátia Rangel

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

"Cuide de tudo que for verdadeiro, deixe tudo que não for passar..."


Alguns acontecimentos súbitos simplesmente nos emudecem. Tudo sai do controle, nos reconhecemos  limitados, fracos, dependentes... humanos.


Quem disse que a vida tem parâmetros? De repente o grande parâmetro da vida é não ter parâmetro algum... por isso é tão arriscada, tão colorida, tão terrível, tão mágica, doce...e breve.

Gosto muito das canções dos Paralamas do Sucesso, gosto mais ainda daquelas escritas após acidente que deixou paraplégico nosso grande poeta Herbert Vianna e que levou a sua querida esposa Lucy. As canções deste período expressam de maneira tão gritante a instabilidade da vida que quase consigo ouvir o pulsar do coração do homem redigindo cada letra, cada palavra... a intensidade com que compõe cada frase, com a sabedoria de quem “experimentou” uma morte.

Uma canção em particular leva-me à reflexão o tempo todo: “Cuide bem do seu amor”. E vejam que isto nada tem a ver com aquela ideia “romântica”de se suplícios e martírios passionais irracionais, muito pelo contrário, tem muito mais de Barroco nisso – TUDO É EFÊMERO, TUDO PASSA – Em outras palavras, não há tempo a perder, a vida é urgente demais, é breve, curta... e mais, só se pode viver uma vez!

Letra:

A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega

No momento em que eu queria ver

O segundo que antecede o beijo

A palavra que destrói o amor

Quando tudo ainda estava inteiro

No instante em que desmoronou

Palavras duras em voz de veludo

E tudo muda, adeus velho mundo

Há um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor

Seja quem for,

Cuide bem do seu amor

Seja quem for...

E cada segundo, cada momento, cada instante

É quase eterno, passa devagar

Se o seu mundo for o mundo inteiro

Sua vida, seu amor, seu lar

Cuide tudo que for verdadeiro

Deixe tudo que não for passar

Palavras duras em voz de veludo

E tudo muda, adeus velho mundo

Há um segundo tudo estava em paz

Você está bem com a sua família e amigos? Pode perdê-los ou eles a você a qualquer minuto. Curta-os o máximo que puder, perdoe pequenas falhas, ignore tudo que for pequeno.

Na empresa muitas pessoas te inquietam, te perseguem, não te deixam trabalhar em paz. Ignore-as, lembre sempre que: precisamos muito das pessoas, mas não de todas elas. Explore bem as parcerias de quem se abre para o novo, quem não quer isso, deixe de lado e siga.

A linha que separa a vida da morte é muito tênue, há muitas maneiras de morrer, qualquer minuto pode ser o último. Viva o agora, viva o hoje, viva tudo... enquanto o “pulso ainda pulsa”.

Cátia Rangel

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

PARA QUÊ SER BOM?





Estamos sempre tão apressados...

 
É impressionante como buscamos desculpas para não nos dispormos a pensar os outros, e caímos sempre na cilada de achar que realmente não temos esse tempo... mentimos a nós mesmos! Mentimos tão bem, que acabamos por acreditar que de fato estamos atarefados demais para pensar em alguém além de nós mesmos.

Vi-me diante de uma situação desconcertante este ultimo sábado: dentro de um ônibus superlotado, com dezenas de pessoas que nunca vi na vida, padecendo de dores insuportáveis, com tontura profunda e sem força nem pra pedir socorro... desfalecendo a ponto de cair sentada no interior do veículo e não obtive nenhuma ajuda por minutos bem longos. Para quebrar o silêncio que me parecia mortal, ouvi uma voz dizer: “ – senhora, está passando mal? Quer se sentar aqui?”

Eu não tinha nem forças físicas para responder que: “sim, estou passando mal, quero me sentar aí no seu lugar!”. A voz feminina logo se calou e eu nem mesmo vi este rosto, e mais nenhum outro ruído se fez, além do barulho que se ouve com uma “parada solicitada”.

Triste, muito triste isto!

Onde está o amor? A caridade? Compaixão? Solidariedade? Acima de tudo, humanidade? Sinceramente não sei, e isso me dá medo.

Aquele meu mal estar deu-se por um dia inteiro sem ingerir alimento sólido e por estar em movimento durante todo um dia, mas poderia ter sido um ataque cardíaco, um AVC, uma parada cardiorrespiratória, ou qualquer outro mal repentino que necessite de atenção urgente, e o que eu teria de socorro? Nada!

 
O que eu depreendo: Cátia não se deixe influenciar pelas atitudes mesquinhas de pessoas que se deixam levar por uma urgência medíocre que torna insignificante o outro, utilize esse exemplo como modelo do que não fazer e nunca pense em retribuição para isto.

O que eu aprendo com isso: Cátia, seja solidária, ajude qualquer um a qualquer hora, não olhe para raça, religião ou status social.

Somos todos pessoas humanas, estamos todos fadados a padecer de males físicos a qualquer hora. Doença não diz a hora que vem, portanto, nunca se julgue preparado porque você não estará nunca. Esteja sempre pronto a ajudar, mesmo que a ajuda quando você precisar não venha.

 
Cátia Rangel

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

AMIGO, ESSA POSTAGEM É PRA VOCÊ!

A ironia do poder: 


       (Poder_querer) (Poder_ter) (Poder_fazer) (Poder_falar) (Poder_errar)  
       (Poder_esquecer) (Poder_poder) 

  • Se pudéssemos seríamos felizes com nossas ideologias religiosas sem nos chocar as crenças de nenhuma outra pessoa; Não podemos!
  • Se pudéssemos, amaríamos de igual modo todas as pessoas que nos amam; Não amamos!
  • Se pudéssemos sorriríamos sempre de volta para quem se dispõe a sorrir para nós; Não sorrimos!
  • Se pudéssemos não agrediríamos com palavras as pessoas que estimamos; Agredimos, logo, não podemos!
  • Se pudéssemos tudo que é bom seria eterno; Não dá pra ser, não é, logo, não pode ser!
  • Se pudéssemos teríamos muito dinheiro, principalmente para ajudar quem precisa; Não temos, e a maioria das vezes só pensamos em nós mesmos. Não podemos!
  • Se pudéssemos serviriamos ao reino de Deus de maneira plena; Nunca serviremos! Não podemos!
  • Se pudéssemos entenderíamos as verdades eternas de Deus e as praticaríamos; Não entendemos e nem praticamos!
  • Se pudéssemos diriamos apenas a verdade, nada mais que ela; Não dizemos!
  • Se pudéssemos esqueceríamos as pessoas que nos ofenderam para sempre; Jamais esquecemos!
  • Se pudéssemos seríamos bons e justos. Não somos, não podemos!
 
Não podemos quase nada... intentamos querer apenas, e quase sempre nos esbarramos nas desconformidades do "não poder".
 
Queria poder dizer que te esqueci: não posso!
Queria dizer que nunca mais te procuraria: não consigo!
Queria dizer que sinto saudade e ouso fazê-lo: sim sinto, isto posso!
Pedir que não me esqueça?? Não, sei que tens escolha... mas intente querê-lo, descobrirás o quanto "poder"está fora de qualquer controle.





Cátia Rangel
24/08/2011
 

domingo, 21 de agosto de 2011

O FIM DA TEMPESTADE


Enterraste minhas mais profundas verdades
Houve alguém que as exumasse
Queimastes com fogo todo meu crédito
Houve alguém que apagasse o débito


Pintastes com neblina todas as minhas virtudes
Houve alguém que as colorisse
Ocultastes todas as minhas expectativas
Houve quem alterasse a estatística


És cruel mais que a própria morte
Teu desabono maior é julgar-te forte
Encontrarás pagamento na vida
Pois "talião" não dá outra saída



Cátia Rangel

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O QUE É ATENDIMENTO AO CLIENTE?





A palavra (substantivada) atendimento é derivada do verbo  “atender”, e atender é um verbo transitivo indireto que representa a ideia de dar ouvido ou escutar o que alguém deseja/precisa e consequentemente lhe retornar com positividade. No mundo ramo empresarial isto precisa acontecer de maneira muito dinâmica, isto é, com prontidão e excelência.

O cliente é o alvo de toda aspiração, e em se tratando de cliente, todos eles, até nós mesmos quando ocupamos este lugar na grande "teia" queremos ser prioridade. “O cliente tem sempre razão!”, quem ainda não ouviu este velho clichê? Pois é, e na prática tudo deve atender a esta perrogativa, caso contrário, este mesmo cliente, estando insatisfeito com o que tem recebido, procurará outro mercado. E querido, é o cliente que paga pela festa!

A grande realidade é que há muito bom atendimento no mercado, e para sermos exceção em excelência, precisamos de um diferencial. Como? Simples: entender a cabeça do cliente. Difícil ainda? Não, não é. Uma das primeiras obrigações de um bom atendente é conhecer os ânimos de seu cliente, conhecer a cabeça dele, é saber o que ele não gosta, isso mesmo, o que ele não gosta. Se conseguir esta proeza você fará o que é certo, e o primordial, faça o que é certo antes que o cliente te diga que precisa, isto se chama pró-atividade.

Por isto devemos levar em consideração as experiências, ou melhor, as más experiências obtidas com o que o seu cliente não gosta, para pensar antes dele, se antecipar aos acontecimentos. Não precisamos esperar o “leite derramar”, pois uma vez ao chão, não pode retornar ao copo. 

Cliente, embora muitas vezes desorganizado, preza demais a organização;

Cliente gosta de ser considerado preferência, todos eles, inclusive nós;

Cliente quer todas as respostas de uma só vez, e embora você não disponha de todas, é sua missão ter a maioria para surpreendê-lo;

Cliente detesta ouvir: “vou verificar e retorno”, portanto, tenha o retorno com prontidão, e se não tiver, não enrole, diga que não tem, mas providenciará com extrema urgência;

Cliente abomina ouvir: “vou transferir para a área responsável”, você é a referência do cliente, sendo assim, vá você ao responsável e responda o que o cliente precisa;

Cliente adora praticidade, não gere mais trabalho pra ele, facilite a vida dele, mesmo que para isto a sua vida deixe de ser “fácil”;

Cliente não gosta de ver a sua caixa repleta de e-mails referentes ao mesmo assunto, seja sucinto;

Não minta para o cliente, isto pode se tornar a sua própria forca;

Seja parceiro do seu cliente e você terá um parceiro do outro lado. Atendimento é relacionamento com cliente e se relacionar mal é a pior coisa no trabalho, aliás, na vida;

Seja otimista, mas realista;

Fale com confiança, o cliente precisa se despreocupar e deixar o produto dele nas suas mãos;

Use o tom de voz na medida certa. Falar baixo demais não é sinônimo de respeito, nem humildade, no mundo dos negócios, isto pode parecer insegurança;

Tenha respostas, mesmo que seja um “não!”;

Seja alegre, cliente não gosta de pessoas mal humoradas;

Não seja passivo e conformado. Lance-se às inovações, transforme-se;

Saiba transitar no seu local de trabalho, conheça as áreas, conheça pessoas, tenha contatos... assim as respostas virão;

Não despreza ninguém, qualquer um pode exercer papel de parceiro, a qualquer hora;

Seja subordinado, defenda a empresa que trabalha, isto demonstra idoneidade;

Não seja medroso, vá além das expectativas;

Mostre o que não te pediram, entregue mais, mas estabeleça limites. Todos os exageros causam desconforto;

Não se deixe desanimar pelos desafios, aprenda a crescer através deles;

Não se conforme com as facilidades, não são elas que geram as melhores pessoas, nem os melhores projetos;

Construa história, deixe seu legado no lugar onde estiver, o futuro é incerto;

Faça amigos, não tenha inimigos, mesmo se alguns lhe negarem amizade, ofereça parceria;

Seja digno e os outros serão dignos forçosamente, e se não forem, você não terá do que se arrepender;

Você é um produto, e caro, não se venda por qualquer preço;

Lembre-se sempre que dinheiro não é tudo, confiança vale muito mais e não acaba nunca.


Cátia Rangel
16/08/2011 14:47:00

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

(DES)UMANIDADE


Deste lado
Sangue, vergonha e covardia.

Daquele outro,
Lágrimas,
Luta, medo.

Desumanidade

A alma humilhada grita:
"igualdade!", "igualdade!"
A pele aflita clama:
"piedade!", "piedade!"
Cidadãos "de bem" passam de largo
Seus olharem bramam:
"crueldade!", "crueldade!"
 A força dos céus olha e...
ouçam o que diz:

"[...] que ameis o vosso próximo com a vós mesmos" (João 13:34, 35)

Onde está o amor (caridade)?



Cátia Rangel

domingo, 31 de julho de 2011

PARA ALGUM ANGELUS, PROJETO DE SER HUMANO


Angelus, ou seja lá qual for o seu nome, você ganhou um minuto de minha atenção, pois só hoje li o seu grosseiro comentário, que me mostrou, antes de tudo, a sua falta de equilíbrio psíquico. 
A Semiótica, disciplina de meu intenso estudo, descreveira o seu comportamento como uma tentativa de projeção da sua própria inaceitação pessoal nas outras pessoas, mas saiba que eu continuo feliz e em nada impactada pela sua raiva.
Na realidade, escrever direito não está ligado unicamente ao fato de conhecer as normas da Gramática Prescritiva Brasileira. Veja que, no Brasil e no mundo afora, existem as chamadas Consultorias ortográficas, a fim de que textos com conteúdo relevante sejam analisados antes de serem publicados. Isso acontece constantemente nas grandes e pequenas editoras, caso contrário, leríamos livros com muitas falhas ortográficas constantemente, e leve em consideração o fato de que, os textos dos grandes escritores passam por revisão.
O que me deixou realmente admirada foi o fato de que, com tantos outros pontos relevantes contidos no texto, você tenha se apegado unicamente a um erro ortográfico.
Vou contar um segredo que talvez você não saiba, já ouviu falar em Ferdinand Saussure? Provavelmente não… pois é, ele é considerado o pai da Linguística Moderna, e defende uma tese a respeito da mudança no caráter normativo da utilização da língua e linguagem… leia-no e depois que aprendere o que significa “escrever direito”, volte a tecer críticas sobre um erro ortográfico.
 Se resolva meu querido (a), que sua projeção seja sempre a busca pela humanidade e não promover descontentamento no seu compatriota, pois nem para isto você está apto ainda.
Cátia Rangel

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Asas literárias



“...ao artista cabe uma visão das coisas como ainda não foram vistas e como são profunda e autenticamente em si mesmas.” (Acízelo de Souza)

Se acreditamos que a Literatura nos possibilita viajar, veiculados por meio das ideias, de maneira que por sua própria vida independente, “dessignifique” a maneira com a qual desejamos interpretá-la, podemos então concluir que se trata de uma arte multifacetada, que diz o que pretendeu dizer com base no conteúdo que apresentou obviamente, ao passo que nos permite experimentar a fuga do lógico, percorrendo caminhos múltiplos, sendo que estes, algumas vezes nos direcionam a interpretações completamente contrárias ao que foi proposto pelo de plano de fundo inicial, isso é o que chamamos de plurisignificação.

 “o oxigênio da arte é a liberdade” (Domício Porença Filho)

Cátia Rangel

sábado, 23 de julho de 2011

CICLOS - MAIS UM SE INICIA

Prezados amigos / colegas e conhecidos,

Minha história na Logprint/Totalprint foi longa e maravilhosa, apesar de todos os pesares, um casamento de mais de 8 anos de duração. Na Printlaser foi bem curta, mas foi tempo suficiente para que eu conhecesse pessoas inesquecíveis (e esquecíveis também), a quem aprendi a respeitar, admirar e querer bem. Por isto, àquelas inesquecíveis deixo meu abraço e meu “muito obrigada!”. Quanto às esquecíveis, bom...  melhor não lhes dizer nada...rs

Serão sempre lembrados: Galera de relacionamento, principalmente Carla Pasquale; Galera de TI, principalmente: Bruno Farvin, Ivan Martins, Cássio Buonavita, Elomar, Fábio Russo, Ivanete, Juliano Leite, Taketa, e outros; Galera de Suporte, principalmente: Júnior Santos, Felipe Augusto, Thiago Cucco, Gil, Fábio, André; Alguns de Suprimentos; Alguns de RH; Galera de Projetos, principalmente: Cristiane Costa, Marcelo Facina e Marcos Bobko; Galera de Projetos Especiais, principalmente o Fernando Eduardo; Galera de Produção, Manuseio e Expedição; Galera do PPCP do Tiago Ribeiro, gente boníssima; Anderson de Planejamento; Kleber Sperandio; Roberta de Souza; Porteiros e Faxineiras, meus poucos colegas remanescentes da Logprint... MUITO OBRIGADA A TODOS, POR TUDO!!!

Estou partindo para um novo ciclo de minha vida e estou muito feliz!


Cátia Rangel